Mostrando postagens com marcador RPG. Mostrar todas as postagens
A Volta dos que não foram
Saudações povo Nerd! Tudo na sua devida ordem? Hoje iremos xeretar um mundo sombrio e obscuro então caso você tenha medo até da sua sombra devo lhe dizer que esta matéria pode lhe trazer arrepios. Sem mais delongas hoje iremos falar sobre o incrível mundo de Vampiro. O por quê do “de Vampiro”? Bem isso é porque iremos falar de toda a trajetória do RPG (sabem aquele jogo com um bando de loucos fingindo ser quem não são? É esse mesmo ) ,então se certifiquem que suas estacas estão preparadas e deixem o resto comigo.
Vamos começar o início. Vampiro: The Masquerade, ou Vampiro: A Máscara foi lançado em meados dos anos 90 e foi um grande revolucionário no mundo dos RPGs, apresentando um universo sombrio e cercado pelas trevas aonde vampiros e seres humanos habitavam o mesmo espaço. Os seres humanos, assim como nós, já haviam escutado algo a respeito dos vampiros em filmes, livros e séries, mas acreditavam que tudo aquilo não passava de lendas e é ai que mora o perigo.
O RPG foi lançado pela editora White Wolf e distribuído aqui no Brasil pela Devir. Devo afirmar que o seu criador o Sr. Mark Rein-Hagen foi um tanto quanto corajoso em lançar um RPG tão diferente dos habituais D&D e GURPS no momento em que seus concorrentes viviam seus melhores momentos. O RPG trazia, além de uma nova temática, sistemas de batalhas e disciplinas bem diferentes do que os jogadores estavam habituados, mudando até mesmo o termo “Mestre” para “Narrador”. A ideia do criador foi criar um novo estilo de RPG, o modo Storyteller, o que deu muito certo e fez com que Vampiro dessa sequência a muitas outras estórias tendo como temática o mundo das trevas.
Sabe todas as teorias que você acreditar saber sobre vampiros? Esquece. Nada de alho, crucifixo e etc. Algumas coisas como o Sol tudo bem, mas pensar que um pão de alho no churrasco do vizinho ia afastar você do perigo já é demais. Além de todo o novo universo apresentado o RPG fazia com que muitas coisas “fizessem sentido” e, se você era/é um cara meio louco como eu, faz com que você acredite de fato que qualquer um pode ser um vampiro só esperando você abaixar a gola da sua camisa polo.
Eu me lembro até hoje de ver meu irmão e os seus amigos madrugada adentro jogando este RPG e eu era “novo demais” para jogar, a censura deste RPG é de 18 anos. Até que chegou o MEU grande dia e meu irmão simplesmente me deu o seu livro como uma forma de batismo, com direito a honra e tudo mais. Foi a partir dai que eu passei a ficar um pouco mais louco que o normal, passando de fato de dedicar mais as estórias de personagens, pesquisar a trama por traz de uma situação e até mesmo entender um pouco mais de política. E não, eu não tinha 18 anos ainda, tinha no máximo 10 quando recebi tamanha generosidade do meu irmão e, só para se ter uma ideia eu tenho este livro aqui comigo guardado até hoje. Se hoje me considero um “RPGista” eu devo isso ao meu irmão e a este livro. Antes eu brincava e passava a hora com o RPG, mas dali em diante eu de fato jogava, interpretava, e o melhor, entendia a fundo tudo que estava acontecendo.
No que diz respeito aos jogos eletrônicos podemos afirmar que não existiram muitas coisas, tendo Vampire: The Masquerade – Redemption ( perdi horas nesse aqui ) e Vampire: The Masquerade – Bloodlines ( e perdi a vida nesse). O primeiro game não fez tanto sucesso quanto o segundo, apesar do primeiro ter uma história bem bacana aonde um devoto templário se tornava um chupador de jugulares. Acredito que o sucesso do segundo game se deve ao fato de ter um mundo “livre” aonde você poderia personalizar seu personagem, seguir ou não uma missão e assim por diante, mas o fim do game não era assim tão diferente independente de seus atos. Seguem alguns vídeos para vocês entenderem melhor do que estou falando:
- Vampire: The Masquerade – Redemption ( por ser uma game antigo a imagem não é tão boa) :
- Vamipe: The Masquerade – Bloodlines ( esse tem até um Vale ou Não a pena Jogar do Tio Zangs que foi deixar o link no fim da matéria ) :
Como puderam ver ambos os games são bem bacanas. Mas afinal, o porquê de tudo isso? Bom, acontece que recentemente na Gen Con, que é a maior convenção de jogos de mesa do mundo, anunciou o retorno de Vampire: The Masquerade no ano de 2016. Acontece que o RPG foi relançado algumas vezes, sendo a última em 2004 aonde se tornou Vampire: The Requiem o que não agradou muito as fãs, eu sou um desses, devido a ter alterado drasticamente a cultura por trás dos clãs e etc., forçando o jogo a ser descontinuado.
Confesso estar muito empolgado e ansioso para ter em mãos essa nova versão que, apesar de ainda não se ter muitos detalhes, segundo boatos fará com que o jogo retorne a sua origem, ou seja, para Vampire: The Masquerade.
Somente uma pequena observação, caso ainda não saibam. Existe aqui no Blog uma estória que eu e a Nah estamos escrevendo chamada “A Sombra da Cruz” que tem como foco os vampiros, depois deem uma olhada lá.
Bom pessoal então é isso, se eu continuar a escrever só vou parar amanhã. Caso queiram saber outras coisas sobre o mundo punk-gótico dos vampiros não deixem de comentar que irei apresentar para vocês tudo que sei e todas as curiosidades com maior prazer, afinal para quem não sabe o Conde Drácula de fato existiu. ;)
Muito obrigado por tudo e que a Força esteja sempre com vocês.
Como prometido seguem alguns links legais e fontes:
Geek Hour
Hey Galera!
Esse final de semana estive no encontro Geek Hour (organizado pelas Garotas Geeks e Rede Geek) que com muita macumba
Além da boquinha free que estava rolando, conheci alguns jogos da Galápagos Jogos : Concept e Munchkin, que joguei freneticamente.
Lembra o jogo de mimica que brincávamos (até hoje) com amigos, familiares, bêbado...? Pois bem! O Concept lembra demais a mimica só que a parada toda acontece no tabuleiro. Dá para brincar geral, do seu priminho mais novo até sua vovó, porque além da ideia do jogo não ser difícil ele é super divertido.
Tem um tabuleiro com vários "conceitos" (pessoa, animal,filme,criança) que é o que você escolhe primeiro, e depois os sub conceitos, e você vai colocando as peças conforme o personagem,filme,frase que você escolheu nas cartas. E o resto do pessoal tem que adivinhar conforme as peças são colocadas nesse tabuleiro. Eu curti demais o jogo além de rir muito com as respostas bizarras que rolavam no grupo.
Já o Munchkin é um jogo de cartas estilo RPG, só que... diferente de tudo que você já viu! Enquanto nos RPGs as regras tem que ser seguidas a risca, nesse jogo você esquece tudo sobre o que você conhece desse mundo.
No meio do jogo seus amigos podem ser amigos do monstro e ajudar o mesmo a te destruir, ou do nada você que é um Clérigo e pode virar um Elfo. De inicio pode parecer confuso, mas depois que pega o jeito tudo flui e você até consegue sacanear aquele seu amigo viciado em RPG que não curte sair das regras.
Tudo foi perfeito e bem divertido para todos que estavam presentes.
Os jogos citados podem ser adquiridos no site
E para finalizar, uma foto com as meninas lindas do GG.
Alesha, a primeira personagem trans de Magic!
Essa semana a Wizards publicou a historia de Alesha, a que sorri para a morte, com o titulo de "A verdade dos nomes" e revelando nela a primeira personagem transsexual do jogo.
Magic: The Gathering apesar de um jogo de card é conhecido por suas historias medievais que daria um bom filme com muitas batalhas sangrentas entre raças da fantasia.
“Os Khan caminharam entre os guerreiros, ouvindo os contos de seus feitos gloriosos. Um por um, eles declararam seus novos nomes de guerra, e toda vez, o Khan gritou o nome para todos ouvirem. Toda vez, a horda gritou seu nome como uma, fazendo a terra tremer.
Então, o Khan veio até Alesha. Ela ficou em sua frente, com seu estômago contraído como uma cobra, e lhe contou como havia matado seu primeiro dragão. O Khan concordou e aprovou, e perguntou seu nome.
“Alesha” ela disse, o mais alto que poderia ouvir. Só Alesha, o nome de sua avó.
“Alesha!” O Khan gritou, sem um momento de pausa.
E toda a horda unida gritou “Alesha!” em resposta. Os guerreios Mardu gritaram seu nome.
Se naquele momento alguém tivesse dito a ela que em três anos se tornaria uma Khan, não acreditaria.”
A historia continua com o conflito de Alesha e um orc que se recusa a ter um nome:
“Eu vi você se conter. Eu vi você cortar as garras da besta ao invés de seu pescoço. Por quê?”
O orc rosnou. “Eu não sei.”
“Você poderia ter merecido seu nome de guerra,” [Alesha] disse. “Saiba quem você é, e conquiste-o.”
Raiva distorcia o rosto do orc, e ele se aproximou dela. “Você me diz isto? Um garoto humano que pensa que é uma mulher?”
Alesha ficou com sua cara impassiva enquanto um goblin relutava em não se aproximar dela, sem dúvida já antecipava sua ira. Antes dela conseguir responder ao orc sem nome, um dragão pairou sobre eles.”
Magic já era conhecido por ter vários tipos de raças, etnias e generos e com isso acreditamos que foi apenas mais um ponto para a Wizards que convida a todos para fazer parte do jogo. Mais uma vez nosso mundo geek mostra que a intolerância sexual ou de raça não é bem vinda.
Para conhecer na íntegra a historia de Alesha, acesse o link da Wizards : Truth Names
Review: Destiny
Saudações! Já faz um tempo que não apareço, mas “cá” estou.
Vim para trazer a vocês uma mensagem do futuro, mais precisamente de 700 anos a
frente de nossa atual data. Senhoras e senhores venho lhes trazer “Destiny”.
Antes de eu me aprofundar mais sobre o game, por favor, dêem uma boa olhada
nesse “pequeno” vídeo abaixo que eu legendei para vocês (podem repetir quantas
vezes quiserem..xD) :
Nem preciso dizer como esse Live Action chamou atenção não
somente dos fãs do gênero como também da mídia e de curiosos né? Rs...
O game foi desenvolvido pela Bungie, sim fãs de Halo é ela
mesma, e distribuído pela Activision em Setembro de 2014. As plataformas
disponíveis são Xbox360, PS3, Xbox One e PS4. Destiny trata-se de um game FPS
Online com temática futurista que vai desde raças alienígenas até
“superpoderes”...
Antes de começar a falar sobre a história do game devo dizer
que, por incrível que pareça, a Bungie não fez questão de deixar muito bem
explicada a história. Deixaram o game com poucas CGs e seus diálogos ocorrem
durante os Loading o que, sejamos sinceros, ainda mais em um game voltado para
o Co-Op, quase ninguém presta muita atenção.
Bom, vamos agora ao que interessa. O game, como já dito, se
passa aproximadamente a 700 anos da nossa atual data, porém, alguns fatos muito
relevantes ocorreram entre esse período e vamos falar um pouco mais sobre eles
agora. Dentro desse espaço de tempo, enquanto a humanidade “evoluía”(aham...)
surgiu, em nosso sistema Solar, uma
entidade celestial cuja a qual foi dada o nome de “ O Viajante” :
Essa entidade, por onde passava, semeava a vida fazendo
assim com que planetas, antes inóspitos, se tornassem habitados. Não demorou
muito para que isso despertasse a curiosidade dos humanos, curiosidade essa que
foi muito benéfica. “O Viajante”, além de muitas outras qualidades, trouxe aos
Humanos uma nova forma de agir e pensar implantando o amor, o respeito, a
fraternidade, o que fez com que a humanidade evoluísse de forma muito mais veloz
e digna. Tal entidade passou a ser tão admirada que templos e orações fossem
criados a sua homenagem ( olha a Bungie com uma pegada de “Guerra Santa” de novo...).
Ao período de paz foi dado o nome de “A Era de Ouro” e foi durante esta Era que
a humanidade passou a se expandir cada vez mais habitando, inclusive, outros
planetas e até mesmo a nossa Lua.
Como bem sabemos, para todo bem existe o mal e, sendo assim,
não demorou muito para que se descobrisse a entidade oposta ao Viajante,
entidade essa batizada de “A Escuridão”.
Essa entidade era o oposto em tudo ao Viajante, semeava a morte, o caos,
a destruição e, assim como o Viajante, tinha também seus templos e seguidores.
Com a chegada da Escuridão em nosso Sistema Solar mais da
metade de raça humana foi exterminada e, para piorar ainda mais a situação, em
um sinal de bondade e apreço pela raça humana, o Viajante se sacrifica para
conseguir afastar, sim afastar e não eliminar, a Escuridão durante um período
de tempo. O seu “corpo” ainda se encontra flutuando acima da única cidade
humana ainda de pé, porém, é claro, sem vida. Hoje, os humanos, ao olharem para
O Viajante se lembrando do motivo por ainda estarem vivos.
( Uma pausa rápida... Vocês conseguiram sentir a pegada
“religiosa” da coisa? E laia..Rs )
Depois dessa breve explicação sobre o que aconteceu, vamos
falar agora do que está acontecendo. Mesmo após o sacrifício do Viajante,
outras raças, possivelmente seguidoras da Escuridão, ficaram sabendo do nosso
Sistema Solar e resolveram, da forma mais bruta possível, tomar tudo para si
mesmas. A questão é que as outras raças estão tão em busca de “nossas” terras
que chegam até mesmo a brigarem entre si para ver qual raça será a predominante
entre todas e é ai, em meio a todo esse caos que você, bravo Guardião, surgi.
Você meu caro, além de um defensor de nossas terras é um dos
“muitos” escolhidos para trazer de volta a paz ao nosso sistema. Não pense que
você é o único bonzão, negativo, como já disse você é UM DOS escolhidos. Lembra
que O Viajante se sacrificou e que agora “repousa” sobre a última cidade humana
de pé? Pois bem, isso é “proposital”. Mesmo após o seu sacrifício O Viajante
emite aos humanos uma energia chamada de “A Luz”, energia essa capaz de fazer
com que nós, meros humanos, sejamos capaz de ampliar nossos poderes e lutar
frente a frente com hordas e mais hordas de inimigos de outras raças.
Todo humano que fosse capaz de absorver essa Luz para si,
independente da quantidade, era chamado de “Guardião”. Todo Guardião traz
consigo um “Anjo da Guarda”, que nada mais é que o um robô que lhe guia e ajuda
nas suas principais funções, chamado de “O Fantasma”. Cada Guardião tem seu
Fantasma, ele é único e insubstituível, caso o Guardião fosse abatido o seu
Fantasma era desabilitado.
Explicado todo o cenário do game vamos agora falar sobre o Game
Play. Como se trata de um FPS Online, ou seja, um MMO podemos escolher desde
raça, sim não possui somente a Humana para ser escolhida a equipamentos. Ainda
falando sobre as raças, alguns humanos, após expostos a Escuridão, tiveram sua
aparência modificada, porém, não alteraram seus corações. Podemos contar também
com uma espécie de máquinas, não mais escravizadas, que foram criadas para
servir aos humanos na Era de Ouro. Além de raças podemos também escolher nossas
Classes, aonde cada uma possuí sua própria árvore de Skills.
Destiny conta com uma série de armas, equipamentos, raças
inimigas e mapas para sempre conquistados e explorados. Acredito que Destiny é
um game obrigatório para qualquer fã de carteirinha de FPS e até mesmo para os
não muito adeptos ao gênero, uma vez que o game traz uma precisão incrível nos
seus movimentos além de gráficos lindíssimos. Em relação a dificuldade devo
dizer o seguinte, se o game fala que naquele mapa, ou naqueles inimigos, você
precisa de um level X no mínimo, acredite você precisa daquele level.
Bom então é isso, espero que tenham gostado do texto. Tentei
não me estender, mas devo dizer que tem MUITO mais a ser dito sobre o game e
que, caso vocês queiram, comentem logo abaixo que eu trago algumas informações
a mais como tutorias, dicas e etc em um próximo post.
Obrigado por tudo, me desculpem por qualquer coisa e que a
força esteja sempre com vocês!





















